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CLORAÇÃO

Caixa de texto: Introdução
A industria alimentar é obrigada a ter um suprimento adequado da água tanto a nível qualitativo como quantitativo, é um dos requisitos vitais para a respectiva laboração da empresa nestes ramos. Seja a água usada como parte do processo de produção ou uso geral como limpeza, esterilização, resfriamento e para geração de vapor, a água a ser usada deve possuir um padrão específico. A água não deve ter sabor, odor ou coloração. No entanto, a água como se encontra na natureza, contém impurezas em solução ou suspensão. A determinação e a remoção de tais impurezas é o objectivo de todo o sistema de tratamento, seja para uso público ou industrial.
Tratamento da Água
Para o emprego adequado no tratamento da água, devemos considerar o seguinte:
1-Águas de Superfície: são rios e lagos. Possuem menor alcalinidade, dureza e, de maneira geral, menor quantidade de sais. Por outro lado, cor, turbidez, materiais orgânicos e produtos de poluição podem estar presentes em índices altos.
2-Águas Subterrâneas: estas águas normalmente estão em padrões mais próximos da potabilidade. Mas em geral, as águas subterrâneas possuem uma quantidade de elementos minerais dissolvidos bastante altos.
Em função de sua origem e de seu grau de poluição, a água antes de sofrer processos específicos de purificação pode ser submetida a pré-tratamento físicos e químicos para eliminar os sólidos em suspensão, odores, coloração, presentes na água. O esquema a seguir mostra as fases do tratamento de água.







 
Fases do Tratamento de Água
As fases do tratamento de água para uso industrial são as seguintes:
Oxidação: o primeiro passo é oxidar os metais presentes na água, principalmente o ferro e o manganês, normalmente se apresentam dissolvidos na água bruta. Para isso, injeta-se cloro ou produto similar, que tornam os metais insolúveis na água, permitindo, assim, a sua remoção nas outras etapas de tratamento.
Coagulação: a remossão das partículas de sujeira se inicia no tanque de mistura rápida com a dosagem de sulfato de alumínio ou cloreto férrico. Estes coagulantes, têm o poder de aglomerar a sujeira, formando flocos. Para otimizar o processo adiciona-se cal, o que mantém o pH da água no nível adequado.
Floculação: na floculação, a água já coagulada movimentam-se de tal forma dentro dos tanques que os flocos misturam-se ganhando peso, volume e consistência.
Decantação: na decantação, os flocos formandos anteriormente suparam-se da água, sedimentando-se no fundo dos tanques.
Filtração: a água ainda contém impurezas que não foram sedimentadas no processo de decantação. Por isso, ela precisa passar por filtros constituído por camadas de areia ou areia e antracito suportada por cascalho de diversos tamanho que retêm a sujeita ainda restante na água.
Desinfecção da Água
Após o pré-tratamento, antes de seu uso no processo alimentício, a água sofre o processo de desinfecção.  Esta desinfecção visa destruir a carga bacteriana presente na mesma, para prevenir transmissão de infecção aos alimentos e sucos produzidos. A água a ser utilizada nas industrias alimentícias, deve ser potável ou seja, própria para o consumo humano. Daí as características deve preencher àquelas da potabilidade dentro dos padrões microbiológicos, teores de metais tóxicos e presença de odores estranhos. O uso de adição de cloro na água é o processo mais comulmente utilizado. A cloração é utilizada em todas as água por razões econômica e de praticidade operacional.
Cloração da Água nas Indústrias Alimentícias
Nas indústrias alimentícias, a cloração da água é definida como ponto-de-quebra, que é a adição de cloro na água em pequenas quantidades sob condições controladas, sendo aplicado este procedimento a toda a água que entra no processo industrial, onde se observa um bom residual de cloro livre da ordem de 3 ppm.  A adição a mais de cloro, além do ponto-de-quebra, resultará em uma segunda elevação na concentração de cloro livre, que aumenta quase em proporção direta com a taxa da aplicação de cloro. Além do acréscimo dos custos com o tratamento de água, intensifica na água o seu sabor e aroma desagradável que irá conseqüentemente afetar o produto alimentício processado com esta água.